O Dia da Mulher costuma vir acompanhado de muitas palavras intensas.
Força.
Poder.
Superação.
E tudo isso faz parte da nossa história.
Mas eu queria trazer uma lembrança um pouco diferente.
Uma lembrança de que ser mulher não precisa significar carregar o mundo nas costas, se provar pro mundo, dar conta de tudo ou chegar a uma versão ideal de si mesma.
Acredito que ser mulher também seja sobre algo mais simples — e, ao mesmo tempo, muito profundo.
Sobre presença.
Sobre aprender, ao longo da vida, a voltar para si.
Nós mudamos muitas vezes.
Atravessamos fases.
Temos momentos de muita clareza e outros de total confusão!
Dias de serenidade, yoga e alimentação saudável. E outros de vinho, chocolate e boteco com as amigas.
E isso não é um problema.
É a vida acontecendo. Um momento após o outro, somando uma construção única.
A Iná nasce muito desse olhar. Do viver de verdade a vida que se tem, sem abandonar a busca interior, que pulsa em nosso coração.
Do desejo de viver com mais consciência e espiritualidade, mais gentileza consigo mesma e mais presença no cotidiano. Mesmo um cotidiano, aparentemente, caótico!
Acreditamos que o corpo é nossa primeira casa.
Que o cuidado pode ser leve.
E que sim, vestir-se também pode ser autocuidado. Físico e emocional. Beleza, conforto e cuidado: tudo importa.
Nunca esqueça que são as pequenas escolhas diárias que somam quem somos.
Na forma como consumimos.
Na forma como nos relacionamos.
Na forma como habitamos nossa própria vida.
Neste Dia da Mulher, mais do que celebrar nossa trajetória, talvez possamos simplesmente lembrar: não precisamos "chegar lá". Podemos apenas voltar para nós mesmas.
Com carinho,
Caína
A Iná não é só sobre o que vestimos.
É sobre como escolhemos viver.
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