Quando procuramos uma roupa confortável, é comum pensar primeiro na composição do tecido.
Algodão, linho, modal, poliamida, Tencel™...
Mas existe um tipo de tecido que seja naturalmente mais confortável do que os outros?
Não necessariamente.
O conforto depende muito mais da combinação entre tecido, modelagem e finalidade da peça do que de uma fibra isoladamente.
Tecidos naturais
Algodão e linho, por exemplo, são fibras naturais conhecidas pelo toque e pela respirabilidade.
Mas uma fibra natural não significa automaticamente que a roupa será mais confortável para qualquer situação.
Uma peça para yoga precisa acompanhar o movimento. Uma camisa pode pedir leveza e fluidez. Uma calça precisa ter um caimento que funcione para o corpo.
O melhor tecido depende do que esperamos daquela roupa. Por isso, mais importante do que classificar um tecido apenas como natural ou sintético é entender o que ele oferece e para que aquela peça foi pensada.
Tecidos tecnológicos
Tecidos tecnológicos são desenvolvidos para oferecer determinadas características, como elasticidade, resistência, recuperação da forma e respirabilidade.
Por isso, podem ser especialmente interessantes para roupas que acompanham o movimento.
Uma legging, por exemplo, precisa esticar sem perder sua estrutura e permanecer confortável durante diferentes posições.
E tecnologia também pode estar relacionada à segurança e à qualidade do material.
Na iná, utilizamos malhas tecnológicas como o Amni Soul Eco®, uma poliamida de tecnologia biodegradável, com certificação OEKO-TEX® Standard 100 Classe 1, que estabelece critérios rigorosos para substâncias nocivas em produtos têxteis e para o contato com a pele.
São peças nas quais essas características fazem muito sentido.
Ser uma fibra sintética não significa, portanto, que um tecido seja automaticamente menos seguro ou menos adequado para o contato com a pele. A tecnologia empregada, os processos e os critérios utilizados na produção também importam.
(Leia também: Roupas podem conter substâncias químicas?)
E o Tencel™ Modal?
Existem também tecidos que combinam tecnologia e uma experiência muito agradável ao toque.
O Tencel™ Modal, por exemplo, é conhecido pela maciez e pelo conforto sobre a pele. Na iná, ele aparece em peças nas quais queremos proporcionar uma sensação mais suave e leve ao vestir.
É um bom exemplo de como não precisamos escolher entre tecnologia e conforto.
As duas coisas podem caminhar juntas.
Então, o que observar antes de comprar?
Em vez de perguntar apenas “este tecido é natural ou tecnológico?”, experimente perguntar:
Ele é adequado para o uso que vou fazer da peça?
Ele acompanha o movimento?
É agradável sobre a pele?
Tem o peso certo?
Mantém a forma?
Oferece a cobertura necessária?
Essas perguntas dizem muito mais sobre o conforto de uma roupa.
O tecido certo é aquele que faz sentido para você
Na iná, a escolha da malha começa pela experiência que queremos criar.
Cada tecido tem características próprias e, por isso, é escolhido de acordo com a peça e com a forma como ela será usada.
Porque conforto não está apenas no que sentimos quando tocamos o tecido.
Está no que sentimos depois de passar horas dentro dele.
Quando a roupa funciona, o corpo percebe — e a gente quase esquece dela.
(Leia também: O que observar em uma roupa para yoga?)
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